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23/09/2015

Apesar da crise, brasileiros continuam viajando; veja dicas para economizar

Dólar a mais de R$ 3,80, inflação acumulada de 9,53%, perda do grau de investimento… Ninguém aguenta mais falar de crise nem consegue parar de falar dela.

Mas, se vários dos indicadores econômicos brasileiros andam mal das pernas, um número em particular parece não sofrer abalos: o de pessoas viajando pelo Brasil.

A Agência Nacional de Aviação Civil, por exemplo, registrou 127,4 milhões de passageiros nos aeroportos de janeiro a julho deste ano –em 2014, foram 123,2 milhões nesse período e, em 2013, 115,7 milhões.

A CVC, maior agência de viagens do país, teve um recorde histórico de vendas em janeiro e cresceu mais de 10% no primeiro semestre.

Companhias aéreas, operadoras de turismo e associações do setor dizem que, apesar da crise, o turismo deve acabar, no mínimo, estável em relação ao ano passado.

Mudanças de hábito ajudam a explicar o cenário. Turistas podem optar por comprar pacotes, que agregam serviços (como seguro e refeições) e saem mais em conta.

Para se tornar atraentes aos consumidores, empresas do setor têm oferecido cada vez mais promoções e facilidades que incluem câmbio congelado e pagamento em mais parcelas.

As passagens aéreas para os Estados Unidos, por exemplo, ficaram cerca de 10% mais baratas em relação a 2014 nos primeiros seis meses do ano, segundo pesquisas feitas pelos buscadores Voopter e Decolar.com

A exceção é o setor de hotéis, que viu a taxa de ocupação cair 8% –a queda só não foi maior porque o valor das diárias baixou por causa de promoções. “Agora, teremos que aumentar tarifas e cobrir, pelo menos, a inflação”, diz Manuel Gama, presidente do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil.

“Fazer turismo se tornou, nos últimos anos, quase que uma necessidade de primeira ordem para o brasileiro; em um período de crise como o atual, ele pode até se adaptar e optar por uma viagem mais barata, mas não vai deixar de viajar”

MAGDA NASSAR, presidente da Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo)

“A taxa de ocupação caiu em torno de 8% em todas as categorias de hotéis –mas esperávamos um tombo maior se não fossem as promoções; os custos estão aumentando, enquanto a receita segue diminuindo… A conta não fecha e não há esperança de melhora para 2016 ou 2017″
MANUEL GAMA, presidente da FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil)

“Como um varejista põe ventiladores na vitrine em dias de calor, oferecemos produtos diferenciados para mitigar os efeitos da crise: baixamos o gasto médio por viagem, promovemos mais minicruzeiros, reforçamos o portfólio de viagens nacionais e de fim de semana…”
LUIZ EDUARDO FALCO, presidente da CVC

Fonte: Folha de S. Paulo

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