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Dicas de Viagem

Documento eletrônico pode ser usados para embarque em voo doméstico

Empresas aéreas passam a aceitar a apresentação de CNH-e, DNI e Título de Eleitor eletrônico

Viajando Direito – Documento Digital

Roubo, furto, extravio, esquecimento… Vários podem ser os motivos para fazer você chegar ao aeroporto sem os documentos.

Mas sabia que o seu celular pode te salvar nesse momento? Desde 2018, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aceita documentos em formato digital como forma de identificação de passageiros no momento do embarque.

Todas as companhias aéreas, bem como a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), foram notificadas sobre o tema, de forma que a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e), o Documento Nacional de Identidade (DNI) e o Título de Eleitor eletrônico (e-Título) devem ser aceitos como documentos de identificação.

Segundo a agência, a identificação eletrônica corresponde a um “documento de identificação civil, com fé pública e validade em todo o território brasileiro”, nos termos da Resolução ANAC nº 400/2016.

Além da referida resolução, a regra combina fundamentos previstos em normas do DENATRAN, do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da Lei nº 13.444/2017, que dispõe sobre a Identificação Civil Nacional.

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Informações indispensáveis para quem vai pegar estrada no período de chuva

Viajando Direito – Chuvas em Belo Horizonte

As chuvas continuam castigando a região Sudeste, principalmente Minas Gerais. O mês de janeiro – ainda em andamento – já é o mais chuvoso da história de Belo Horizonte, com índice pluviométrico de 932,3 mm até o momento, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Mesmo nesse cenário adverso, as pessoas seguem realizando suas tarefas diárias. Entre elas, encarar estradas, seja para se deslocar diariamente para cidades da região metropolitana da capital, ou para fazer viagens mais longas, que não podem ser adiadas.

Se você vai pegar a estrada neste período de chuvas, fique atento às dicas de do Viajando Direito para dirigir em segurança.

  • Mantenha os pneus sempre em bom estado e bem calibrados. Pneus ‘carecas’ já são perigosos em pista seca e aumentam extremamente o risco em condições de asfalto molhado.
  • Nunca trafegue pelo acostamento. Em períodos de chuva, essa infração pode ser ainda mais perigosa, em razão dos deslizamentos de encosta que podem atingir a pista.
  • Não ‘cole’ na traseira do carro da frente. A distância segura é de 5 segundos. Observe quando o carro da frente passar por um ponto fixo (uma placa ou um poste, por exemplo). Sua distância será segura quando você passar por esse ponto aproximadamente 5 segundos depois do veículo que trafega à sua frente.
  • Mantenha boa visibilidade e não se aproxime do spray d’água eventualmente formado pelo carro que vai à sua frente. 
  • Evite ‘pisar’ na faixa pintada no asfalto. O atrito do pneu sobre a tinta é menor do que sobre o asfalto e pode causar derrapagens.
  • Freie sempre antes da curva, principalmente com a pista molhada. O carro deve ser freado em linha reta e a reaceleração deve ser suave ao contornar a curva. Procure fazer a tangência correta na curva, sem a necessidade de corrigir a trajetória.

Outras dicas de segurança que servem também para pista seca

  • Conheça as características do carro que está dirigindo. Saiba se ele é capaz de realizar a ultrapassagem que você planeja e como ele se comporta nas curvas. Os utilitários esportivos (SUVs), por exemplo, têm o centro de gravidade mais alto e tendem a ter menos estabilidade. Carros mais pesados demandam maior distância em frenagens de emergência. Se não estiver habituado ao veículo (se for um carro alugado ou emprestado), redobre a atenção. 
  • Não deixe objetos pesados soltos dentro do veículo. Numa freada emergencial, eles podem atingir os passageiros e causar acidentes. Não deixe também que as bagagens encubram a visão do motorista. Parabrisas e retrovisores devem ficar totalmente desobstruídos. 
  • Use sempre o cinto de segurança, em todos os assentos do veículo, inclusive no banco de trás. Mesmo sabendo da importância desse item, muitas vezes ele é negligenciado por motoristas e passageiros.
  • O carro não deve trafegar com o encosto do banco inclinado em excesso (com um ângulo em relação ao assento nunca maior que 125º). A combinação banco reclinado e cinto de segurança pode ser perigosa. Foi o que vitimou o jogador Dener, do Vasco, em 1994. Ele teve o pescoço fraturado pelo cinto em uma batida com um Mitsubishi Eclipse enquanto dormia no banco do passageiro excessivamente reclinado, no Rio de Janeiro. O motorista, que também usava o cinto, mas com o banco em uma inclinação menor, sobreviveu ao acidente.

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Xexox? Boletim de ocorrência? O que substitui seu documento na hora de embarcar? Veja o que diz a ANAC

Viajando Direito – Passaporte

Passagem comprada e na hora de viajar, você não consegue achar seus documentos… O que fazer? Sabia que, na falta dos originais, existem algumas saídas para “quebrar o galho” na hora de embarcar em voos nacionais. Veja abaixo o que diz a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) sobre o tema:

Crianças até 12 anos:

A cópia simples não substituir o documento. Para viajar com menores de 12 anos, os pais ou responsáveis devem apresentar cópia autenticada da certidão de nascimento, carteira de identidade, ou outro documento de identificação civil (como passaporte) da criança.

O documento deve comprovar o parentesco com o responsável que acompanha a criança na viagem.

Clique aqui e saiba todas as regras para viajar com crianças em voos nacionais e internacionais

Adolescentes entre 12 e 15 anos

No caso dos adolescentes, a cópia autenticada da certidão de nascimento não é aceita pela ANAC como documento válido para embarque.

Para viajantes entre 12 e 15 anos, os pais ou responsáveis devem apresentar documento de identificação civil com foto, com fé pública e validade em todo o território brasileiro, como carteira identidade ou passaporte da do adolescente.

O documento deve comprovar o parentesco com o responsável que acompanha a criança na viagem.

Clique aqui e saiba todas as regras para viajar com adolescentes em voos nacionais e internacionais

Adolescentes de 16 e 17 anos

Os maiores de 16 e menores de 18 anos já podem viajar desacompanhados e, na falta do documento original, podem embarcar com a cópia autenticada de qualquer documento de identificação civil com foto (identidade ou passaporte).

Nos casos de furto, roubo ou extravio de documento, é permitido o embarque com cópia do boletim de ocorrência, na validade prevista pelo órgão de segurança.

Adultos

Os maiores de 18 anos podem utilizar cópia autenticada de qualquer documento de identificação civil, como carteira de motorista, de identidade, ou carteira de trabalho.

Também podem apresentar boletim de ocorrência de furto, roubo ou extravio de documento, na validade prevista pelo órgão de segurança.

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Conheça as regras para viajar de ônibus com crianças e adolescentes

Viajando Direito

Recentemente, abordamos no Viajando Direito o tema dos documentos necessários para se viajar de avião menores de idade. Agora é a vez de falar do transporte rodoviário. Fique atento e conheça as regras para viajar de ônibus com crianças e adolescentes.

Viagens Nacionais

Em viagens nacionais, crianças menores de 12 anos, mesmo acompanhadas dos pais devem apresentar carteira de identidade, passaporte ou certidão de nascimento (original ou cópia autenticada em cartório).

De acordo com a Resolução nº 4308/2014 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), nenhuma criança ou adolescente menor de 16 anos pode viajar para fora da cidade onde mora desacompanhado dos pais, sem expressa autorização judicial.

A autorização judicial não será exigida quando a viagem for para cidade vizinha incluída na mesma região metropolitana.

Também não é necessário autorização se a criança estiver acompanhada de avós ou irmãos maiores de idade, com documento que comprove o parentesco.

Viagens internacionais

Para viagens internacionais, as crianças devem estar acompanhadas de ambos os pais, que precisam apresentar o passaporte da criança ou a carteira de identidade (nas viagens para os países integrantes do MERCOSUL).

Crianças viajando para fora do país na companhia de apenas um dos pais precisam de autorização judicial ou documento com firma reconhecida do genitor “ausente” autorizado expressamente a viagem.

Ainda de acordo com a ANTT, sem prévia e expressa autorização judicial, nenhuma criança ou adolescente nascido no Brasil poderá sair do país em companhia de estrangeiro residente ou domiciliado no exterior, que não seja um dos pais do menor.

Em caso de dúvidas, consulte a Vara de Infância e Juventude da sua cidade.

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Viajando Direito com Guia Oficial; saiba as vantagens de se contratar um guia de turismo legalizado

Viajando Direito com Guia Oficial – Profeta de Aleijadinho em Congonhas

“Acolher. Esta é uma das principais funções do guia de turismo”. As palavras são de Maria Helena Alves Ferreira, uma das diretoras do Sindicato dos Guias de Turismo de Minas Gerais (Singtur-MG).

Além do acolhimento, o guia de turismo é um profissional qualificado, que precisa ter formação técnica e estar devidamente registrado no Ministério do Turismo.

“As vantagens de se contratar um guia oficial são a segurança e a credibilidade nas informações. É saber que você está realmente trabalhando com um profissional legalizado”, explica Shirley Novaes Bacelar, presidente do Singtur-MG

Shirley e Maria Helena conversaram com o Viajando Direito para explicar a importância e as vantagens de se contratar um guia devidamente legalizado. O que seria apenas uma entrevista acabou se transformando na campanha Viajando Direito com Guia Oficial, que terá uma série de conteúdos informativos sobre o universo dos guias de turismo.

Profissional com conhecimento

O primeiro diferencial de um guia de turismo oficial é o conhecimento. Para exercer a profissão, não basta simplesmente conhecer o local e ser ‘bom de papo’.

O verdadeiro guia de turismo é um profissional com curso técnico. Segundo as dirigentes do Singtur-MG, em Minas Gerais, o curso é oferecido pelo Senac de Belo Horizonte e pelo Instituto Federal de Santos Dumont, na Zona da Mata. Para quem não mora nessas regiões, há a possibilidade do ensino à distância.

“O curso é teórico e prático. Nesse curso o estudante vai ter uma noção de todo o Brasil e também da sua região, no nosso caso, o estado de Minas. E nós temos o guia nacional que é aquele que vai acompanhar o turista em outro estado”, esclarece Shirley Bacelar, presidente do sindicato mineiro dos guias.

Na grade curricular do curso técnico em guia de turismo são estudadas diversas matérias necessárias ao exercício da profissão. 

“Nós temos história, geografia, história da arte, fundamentos do Turismo, primeiros socorros, ética profissional, também a parte ambiental e uma parte sobre patrimônio. Preservação de patrimônio material e imaterial”, completa a diretora Maria Helena.

O que faz um guia de turismo?

O curso prepara o profissional para que seja capaz de conduzir e assistir pessoas ou grupos em traslados, passeios, visitas e viagens, informando os visitantes sobre aspectos socioculturais, históricos, ambientais e geográficos

O verdadeiro guia de turismo deverá traduzir o patrimônio material e imaterial de uma região para visitantes. Estrutura e apresenta roteiros e itinerários turísticos de acordo com interesses, expectativas ou necessidades específicas.

Ele estará habilitado tanto para atuar em agências de viagem e operadoras de turismo, organismos turísticos, e, também, de forma autônoma.

Acesse o Viajando Direito e continue a conhecer o interessante universo dos guias de turismo e saiba como eles podem tornar a sua viagem inesquecível e mais prazerosa.

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